sexta-feira, 11 de maio de 2012

Pinto da Costa ainda pensa que está a lidar com Pato's

Pinto da Costa é eximio a atingir objectivos obscuros por orquestração chantagista nos meios mediaticos. Comprovado no caso abaixo .


Ontem apareceu a mandar bitaites numa TV sobre as entrevistas de JJ, de Carraça e de Jorge Gabriel, que disseram aquilo que foi este campeonato: um roubo ao Benfica das arbitragens a favor do clube dele. Quiz fazer crer que as entrevistas foram combinadas num hotel com o jornal que as publicou.

Teve azar o namorado da miranda

Em A Bola de hoje, na sua coluna habitual, o jornalista José Manuel Delgado responde-lhe sem tibiezas.
Desde dizer que se lembra do Apito Dourado a acusá-lo de só gostar de quem se dobra à vontade papal. Numa alusão ao video acima.
Pena tal coluna do JMD só estar acessivel no jornal papel, pois desmascara o o bem conhecido artista das orquestrações mediaticas.

sábado, 5 de maio de 2012

Combate à Corrupção é simbolico diz relatorio

Está,  explicado o porquê de, no futebol, apesar de investigações da PJ, autorizadas por Juiz, alicerçadas em escutas legais, o conhecido e penalizado desportivamente, ter escapado a condenação no tribunal civil.

O combate à corrupção em Portugal apresenta "resultados mais baixos do que seria de esperar para um país desenvolvido".

O relatório português insere-se numa iniciativa da organização Transparency International, que se desenvolveu noutros 24 países europeus e que em Portugal foi realizado pela associação Transparência e Integridade, centro INTELI -- Inteligência e Inovação e Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa.

A noticia veio publicada no jn. de que salientamos esta passagem:
"Nenhum Governo até hoje estabeleceu,  objetivamente, uma política de combate à corrupção no seu programa eleitoral, limitando-se apenas a enumerar um conjunto de considerandos vagos e de intenções simbólicas".

O relatorio reflete o tratamento dado a cerca de quatro dezenas de entrevistas a personalidades de diferentes setores de atividades, que vão desde o Provedor de Justiça, a magistrados, juízes, dirigentes de organismos estatais, professores universitários e jornalistas, entre outros.

link do JN: http://www.jn.pt/PaginaInicial/Politica/Interior.aspx?content_id=2476840&page=3